Movimento Pró-Paraná apoia manifesto pela adoção de Código de Conduta no STF

O Movimento Pró-Paraná se uniu na tarde desta sexta-feira (6/2) a outras entidades da sociedade civil para apoiar um manifesto capitaneado pela Ordem dos Advogados do Brasil – seção Paraná em defesa da adoção de um Código de Conduta no Supremo Tribunal Federal (STF).

A iniciativa reuniu cerca de 20 instituições representativas de diferentes setores em torno de um objetivo comum: o fortalecimento institucional e o resgate da confiança pública.

Para o presidente do Movimento Pró-Paraná, Marcos Domakoski, o momento exige responsabilidade e diálogo. “A falta de confiança nas instituições não é algo bom. E essa confiança não se impõe — ela se constrói, com diálogo, responsabilidade e participação da sociedade”, afirmou.

Segundo ele, a amplitude das entidades presentes demonstra maturidade cívica. “Ficamos satisfeitos em saber que são quase 20 instituições reunidas. Fica claro que vale a pena apostar no diálogo e na união porque há valores que nos unem, por mais que tenhamos visões distintas. Quando setores diversos da sociedade convergem em torno de princípios como transparência, previsibilidade e responsabilidade ética, enviam a mensagem de que a democracia não é tarefa exclusiva dos Poderes da República, mas um compromisso compartilhado. Estamos atentos e dispostos a trabalhar em torno desse compromisso.”

O Movimento Pró-Paraná entende que o resgate e a consolidação da confiança no Judiciário — e, de forma mais ampla, nas instituições brasileiras — dependem da participação ativa da sociedade civil organizada. Democracias maduras ao redor do mundo se caracterizam justamente por essa interação saudável entre instituições e sociedade, na qual o aperfeiçoamento institucional é visto como processo contínuo.

O movimento ressalta que o apoio à iniciativa não se trata de confronto com a mais alta Corte do país, mas de uma contribuição legítima e institucional. “É assim que as democracias se fortalecem: com responsabilidade, diálogo e participação”, concluiu Domakoski.


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